Mostrando postagens com marcador fanfic. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fanfic. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de outubro de 2017

ENTRETENIMENTO: GÊNEROS DE FANFICS

Por Safii-chan

Yoo Minna!

Sempre me considerei muito expert em fanfics, mas ultimamente eu tenho ficado com umas dúvidas em relação a algumas nomenclaturas que usam para enquadrar uma fanfic em algum gênero. E aí eu pensei: e se essa não for só uma dúvida minha, mas de outras pessoas também? Por isso eu decidi fazer esse post pra vocês!

***

GÊNEROS DE FANFICS


  • Crossover: Fanfics nais quais ocorre o encontro de dois universos diferentes (como uma trama que une BTS e EXO), não necessariamente de autores diferentes. 

  • Drabble: Fanfic de até 100 palavras. Existem pessoas que postam drabbles em série, vários capítulos com esse mesmo tamanho. 
Imagem relacionada

  • Drabs: Fanfic que reúne histórias do estilo One shot com uma ligação lógica entre si.
Resultado de imagem para drabs fanfic

  • Femmeslash: Fanfic com o tema central “relacionamento amoroso entre duas mulheres”. Não se restringe a histórias de origem japonesa como o Yuri.
Resultado de imagem para femmeslash fanfic

  • Furry: Inglês para “peludo” ou “felpudo”. Fanfic com personagens animais ou com características animais, como orelhas felinas e rabo. Os elementos animais costumam vir acompanhados de traços de personalidade correspondente à espécie, porém, não é regra.
Resultado de imagem para fanfic híbridos

  • Fluff: Fanfic mais fofa e doce do que um romance comum. Sinônimo de Waff.
Resultado de imagem para fanfic capa fofa

  • MPREG: “Male Pregnancy”, inglês para “gravidez masculina”. Fanfic na qual homens geram um bebê por meios naturais.
Resultado de imagem para fanfic mpreg

  • One-shot: Fanfic de capítulo único. 
Imagem relacionada

  • PWP: "Porn Without Plot", inglês para “pornografia sem enredo”. Fanfic sem uma trama definida que costuma apresentar apenas cenas de sexo, normalmente One Shots.
Resultado de imagem para fanfic pwp

  • Saga: Fanfics com muitos capítulos; normalmente, mais de vinte.
Resultado de imagem para fanfic saga

  • Slash: Fanfic com o tema central “relacionamento amoroso entre dois homens”. Não se restringe a obras de origem japonesa como o Yaoi.
Resultado de imagem para fanfic slash

  • TWT: “Time? What time?”, inglês para “tempo, que tempo?”. História cuja sequência não acontece em ordem cronológica (passado, presente e futuro). Pode ocorrer uma inversão, como na série de filmes Star Wars, ou ir e voltar durante a narrativa. Dom Casmurro, de Machado de Assis, pode ser de certa forma configurado como um TWT.
Resultado de imagem para fanfic todos iguais

  • U.A.: Sigla para Universo Alternativo. Fanfic que usa personagens de uma história em um universo diferente.
Imagem relacionada

  • Waff: Sigla em inglês para “warm and fuzzy feeling”, “sentimento caloroso e fofo”. “Espírito” de uma fanfic focada em ser agradável e/ou romântica.
Resultado de imagem para fanfic waff


Obs.: Algumas fotos são capas de Fanfics, outras são imagens aleatórias que eu achei no Google. Algumas das fanfics eu já li, como "Todos Iguais" e "Ours", recomendo muito, são maravilhosas!

***
Espero que tenham gostado! 

Me sigam nas redes sociais:


Instagram: @luiza_veiga13
Snapchat: veigalbf
Twitter: @LuizaVeiga2


Mata Ashita! :P










domingo, 23 de abril de 2017

ESPECIAL: FANFIC {CAPÍTULO IX}

Por Safii-chan

Yoo Minna!

Hoje a história será no ponto de vista de Doyoung, focado nele. Vou contar o que acontecia na Coreia enquanto Ten estava fora. O diálogo do começo ficou meio confuso, mas não tem problema kkkk não é como se fosse algo importante.
Espero que gostem!!!

***

Capítulo IX: Scared to be lonely



- T-Ten? – Taeyong estava em choque. Deixara cair o copo que estava em mãos ao chão.
- Quanto tempo, não é mesmo? – Chittaphon, com um sorriso no rosto, achava que poderia haver alguma chance de ainda nutrir sentimentos pelo outro, mas, ao vê-lo em um estado deplorável, lembrou-se das vezes que sofreu na mão do Lee maior, todas as humilhações e vergonhas que passara no ensino médio. E agora, Taeyong sentia na pele como Ten se sentia: um renegado da família, que trabalharia em empregos suburbanos para se sustentar.
“Ah, como a vingança é doce.” Pensou.
- V-você voltou? – O nervosismo era grande, e este aumentou mais ainda quando o Lee encarou o pescoço alheio, que não continha mais o presente que havia dado.
- Ah, isso aqui? – Ten pôs a mão em sua clavícula. – Deixei de usar o cordão há muito tempo... vejo que você ainda usa. – Apontou.
Taeyong não deixou de notar que o tailandês usava uma aliança, causando-lhe certo desconforto perceptível.
- Ten? – O outro Lee, que até o momento estava em silêncio observando a cena, se pronunciou.
- Ah, Mark, este é Taeyong... o famigerado Lee Taeyong.
- O cara babaca de quem você gostava?
- Ele mesmo. – O coração do platinado apertou-se. Então Ten falava de si para o tal Mark.
- Quem é ele? – Perguntou agressivamente apontando com a cabeça.
- Este é Mark, meu noivo. – Noivo... a palavra ressoou pelos ouvidos do mais velho, atingindo seu coração como uma facada.
- N-noivo?
- É. Algum problema? – Se atreveu o Lee mais novo.
- N-não... nenhum.
- Taeyong? – Uma outra voz, muito familiar para o tailandês, foi ouvida por todos. – T-Ten?
- Taeil?
- V-você voltou quando?
- Tem dois dias... e você, como está?
- Bem...
- Você e Taeyong são amigos agora é? Lembro que se odiavam...
- Na verdade, nós...
- ISSO MESMO. AMIGOS. – Taeyong interrompeu o Moon. – Muita coisa acontece em dois anos. – Taeil desviou o olhar entristecido.
- E quem é ele? – Perguntou Mark mais uma vez.
- Moon Taeil, meu ex.
- Ah.
- E quem é você?
- Mark, noivo do Ten. – Completou o Lee maior.
- NOIVO? MENTIRA, VOCÊ VAI CASAR?
- POIS É MENINO, VOU CASAR.
- PARABÉNS! – Se abraçaram.
- Engraçado que o término de vocês foi bem dramático e agora se comportam como se nada tivesse acontecido. – Comentou o moreno.
- Ah, Taeyong, já faz muito tempo. Sei que nós dois superamos o que aconteceu, não é mesmo, Ten?
- Sim... mas me diga, como foram esses dois anos sem mim?
FLASHBACK ON
Algo dentro de Taeil dizia que se arrependeria de não ter ido ao aeroporto e se despedido de Ten, o namoro de ambos foi algo muito bom para simplesmente acabar do jeito que acabou. Mas por outro lado, sentia uma raiva interior queimando toda vez que se lembrava do tailandês gemendo o nome de Taeyong durante o sexo; nas manhãs seguintes, não fora diferente: vontade zero de ir à escola, até porque sabia que ele estaria lá.
- Taeil... – Disse o ruivo ao esbarrar no outro. – Por que não foi ao aeroporto sábado? Ten ficou muito triste.
- Ele não te contou o que aconteceu? – Respondeu com grosseria.
- Só me falou que tinham terminado e que ele havia feito algo imperdoável, mas que não queria que o relacionamento tivesse terminado daquela forma.
- Humpf. – Bufou. – Não fizesse o que ele fez, então.
- Mas o que ele f-
- VOCÊ! – Uma voz vinda do corredor interrompeu o diálogo.
- Taeyong?! – Indagou quase com uma afirmação.
- Por sua culpa... – Veio andando rapidamente em direção aos amigos. – POR SUA CULPA ELE FOI EMBORA.
- Do que você tá falando?
- O CHITTAPHON! SE VOCÊ NÃO TIVESSE O PEDIDO EM NAMORO NA FRENTE DE TODO MUNDO, ELE NÃO TERIA IDO EMBORA!
- Taeyong, se acalme, não foi culpa do Taeil.
- E você? Se tivesse descoberto que gostava de homens, ou melhor, que gostava do Ten, talvez ele nunca tivesse namorado comigo, e eu nunca o pediria em namoro daquele jeito.
- EU... – Taeyong estava sem palavras. Sabia que, em parte, a culpa também era sua. – ARGH! – Esmurrou a pilastra ao seu lado e saiu batendo os pés.
- Idiota.
- Taeil, o que aconteceu entre vocês?
- Ten foi um babaca, só isso.
***
- Com a vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial sobre as potências do Eixo nazifascista liderado pela Alemanha de Hitler, Império do Japão e Itália de Mussolini, a União Soviética, o principal oponente da Alemanha na Europa, passou a dispor de enorme prestígio internacional, mas teve enormes perdas humanas e mat- - Ouviu-se o sinal que indicava o término das aulas. – Materiais... Bom, para a aula que vem, quero que formem trios e façam um trabalho para apresentar oralmente sobre o socialismo no Século XXI. Me entreguem os nomes dos integrantes do grupo e o país que escolheram falar sobre amanhã, e peguem o roteiro a ser seguido também. Dispensados.
- Doyoung, faz comigo?
- Claro, mas nós precisamos de mais uma pessoa... Minhyuk, quer fazer com a gente?
- Desculpa, Do... Youngjae e Minho já me chamaram pra fazer com eles.
- Ah, tudo bem.
- Doyoung. – Uma figura esbelta se formou na frente do menino. – Posso fazer com você?
- T-Taeyong? – Rapidamente olhou para aquele de cabelos azuis, que parecia não estar gostando da ideia. – S-se o Taeil concordar...
- Ele pode fazer, contanto que não seja um peso morto e faça alguma coisa.
- Não sou assim.
- Ó-ótimo! P-podemos nos encontrar lá em casa! – Doyoung sabia que não seria uma boa deixar os dois em território inimigo. Seria melhor que ficassem em um lugar neutro, como sua casa. – Taeyong, me dê seu número, te passo uma mensagem com o endereço. Taeyong? – Sem resposta. O Lee e o Moon pareciam travar uma batalha visual, na qual seus olhos soltavam faíscas. – Taeyong! – Gritou, despertando o outro do transe, que olhou com uma expressão confusa. – O telefone.
- Ah! Me desculpe, me empreste seu celular. – Doyoung o fez. O moreno digitou alguma coisa e devolveu o aparelho. – Que horas?
- Às 15h?
- Pode ser. Nos vemos lá então. – Encarou mais uma vez o inimigo e retirou-se.
- Vocês não podem ficar assim quando formos fazer o trabalho. Têm que cooperarem.
- Eu não serei um problema. O negócio é ele.
- Não Taeil, o negócio é Ten Chittaphon. E vocês precisam se resolver sobre isso.
***
- Eu me recuso a fazer isso. – Afirmou o maior.
- Ah, qual é, Taeyong? Não é como se estivéssemos pedindo algo absurdo.
- O professor quer que sejamos criativos ao apresentar o trabalho. Achei a ideia do Doyoung sensacional.
- Não podemos apresentar à moda antiga? Sou péssimo atuando. Vou esquecer as falas e passar vergonha na frente de todo mundo. – Desabafou.
- Ah, muitas pessoas se humilharam por sua causa, agora você não quer passar vergonha? Faça-me o favor né? – Cutucou o Moon.
- Pelo menos eu não fui a causa para o meu namorado ir embora.
- Pelo menos eu não fui um gay enrustido por tanto tempo.
- Pelo menos não foi o meu namorado que gemeu o nome de outro enquanto estávamos transando.
- COMO É QUE É? – A situação havia saído do controle. Sabia que a conversa havia atingido um nível pessoal. O ruivo não sabia exatamente como agir. Se sentia como um gatinho indefeso perto de um puma e um leão.
- G-gente, vamos nos acalmar... J-já sei! Vou fazer um chá pra nós. – Disse, se apressando e descendo as escadas.
- Como você sabe disso?
- Deduzi, pelo jeito que você saiu da boate. Além do mais, Doyoung disse que alguma coisa tinha acontecido entre vocês.
- Aonde você quer chegar com isso tudo?
- Em nenhum lugar. Só quero deixar claro que o Ten é meu.
- Virou gay de repente? Como pensa que seu papaizinho vai reagir com tudo isso?
- Ele não precisa saber. E nem você vai contar.
- Claro que não. Não sou babaca a esse ponto.
- Acho bom.
- Mas eu se fosse você, teria cuidado. Depois do escândalo de hoje, as paredes têm ouvidos e boatos correm muito rápido. As pessoas comentam, Taeyong.
- O que quer dizer com isso?
- Fique esperto. Não sou tão bonzinho como o Ten.
- Voltei! – A tensão estava evidente no ar. Doyoung sentiu tremer-se na base. O que havia acontecido entre os dois?
***
- Tchau. – Se despediu de ambos e trancou a porta. Era quase 22h quando foram embora. O ruivo podia sentir seu ar voltando. Era quase impossível respirar com toda aquela atmosfera pesada de intriga e culpa.
Estava se sentindo sozinho. Queria contar tudo para Chittaphon, mas seu amigo estava com seus próprios problemas na Tailândia, não queria incomodá-lo.
“Eu não tenho ninguém”. Esse pensamento passou pela sua cabeça desde que o moreno fora embora.
- Queria ter alguém para conversar. – Quase que instantaneamente, sentiu seu celular vibrar no bolso e, sem saber o motivo aparente, sorriu.
[Jaehy] Hey, é o Jaehyun. Peguei seu número com o Taeyong.
[Doyounggie] Oii, tudo bom?
[Jaehy] Eu que te pergunto... Taeyong me contou que fizeram trabalho juntos, e também falou sobre as discussões com Taeil.
[Doyounggie] Pois é...
[Jaehy] Sei que deve estar triste pela saída do Ten, então se quiser conversar sobre isso.
[Doyounggie] Eu adoraria, na verdade, é o que eu mais preciso nesse momento.
[Jaehy] Posso te ligar?
[Doyounggie] Aham, tem Skype?
[Jaehy] Tenho sim, é jaehyunjungjaehyo.11
[Doyounggie] Vou mandar a solicitação.
[Jaehy] Ok.
[Doyounggie] Recebeu?
[Jaehy] Sim.
[Doyounggie] Vou ligar a câmera então.
Doyoung estava nervoso. Nunca mantivera uma conversa tão longa com o mais velho. Jaehyun parecia uma pessoa legal, pelo menos, quando não estava junto ou ajudando Taeyong.
O moreno não vestia uma camisa, o que surpreendeu o ruivo, que já vestia seu pijama amarelo de Adventure Time.
- Gostei do pijama. – Foi a primeira coisa que o outro falou.
- O-obrigado... – Agradeceu, envergonhado.
- E então, como foi a reunião?
- Bem, já imaginava que as coisas fossem esquentar hoje, por isso preferi que fizéssemos o trabalho aqui em casa, mesmo assim, parece que não deu muito certo.  Eles começaram a trocar farpas, até que a coisa atingiu um nível pessoal. Eu tive que levar chá de camomila e uns biscoitinhos pra ver se eles se acalmavam. – Jaehyun riu. A risada dele era tão gostosa... trazia um conforto inexplicável para si, e Doyoung não entendia o porquê. Era como se ele estivesse preenchendo o vazio do Ten.
- E deu certo?
- Mais ou menos. Eles ainda se olharam estranho, mas pelo menos conseguimos terminar o trabalho em paz.
- E sobre o Ten? Como você está?
- Bem mal pra falar a verdade. Não achei que fosse me sentir tão...
- Vazio? – Completou.
- Exatamente. Nunca imaginei que ele fosse tão importante pra mim. É como se uma parte de mim fosse arrancada, sabe? Sinto muito a falta dele, e olha que nem se passou uma semana.
- Nem imagino como você se sente. Sei também que não posso substituí-lo, mas olha, pode contar sempre comigo, ok? – Seu coração disparou. Era tão bom sentir aquele calor de novo, aquele conforto de ter alguém. Mal conhecia Jaehyun, mas pelas vezes que conversaram, sabia que podia confiar no outro. – Eu tenho que ir agora, amanhã a gente se vê no colégio.
- Ok. Também tenho que ir. Boa noite, Jaehyun.
- Por favor, me chame de Jae.
- Boa noite, Jae.
***
Faz seis meses desde que Ten fora embora. É a festa de formatura. Doyoung tem muito a agradecer Jaehyun, pois, sem ele, poderia não ter se graduado desta vez; o Moon e o Lee trocaram farpas o resto do ano letivo, mas nada que fosse preocupante, apenas o normal. Até que eles se aproximaram bastante nos últimos meses, já que tinham duas coisas em comum: a perda de um amor e uma amizade com o ruivo. “Amizade”, se é que a “coisa” que tem com Taeyong possa se chamar assim.
- Seu pai vem?
- Não sei. – Bufou o Lee. – Espero que não. Não quero ter que o ver e me passar por outra pessoa só para agradá-lo.
- Entendi. Viu o Taeil?
- O que tem a peste?
- Ele está acompanhado por um cara. – Sem entender, uma sensação hostil o invadiu. “Como Taeil poderia sair com outro cara se o Ten ainda estava por aí?” Foi o que pensou.
- Oi gente. – Disse se aproximando. – Esse aqui é o Lucas, ele é estadunidense. Está fazendo intercâmbio na Coreia há alguns meses.
- Oi, prazer. – Cumprimentou gentilmente.
- Quem é a figura, Taeil? Seu novo daddy?
- Taeyong, menos.
- Quem é esse garoto?
- Ninguém, amor. Vamos? – O homem de quase dois metros de altura, moreno, com braços do tamanho de uma melancia, olhou feio para o ex-platinado, que revidou o olhar hostil.
- Taeyong, para de implicar com o Taeil. Ele finalmente conseguiu superar o Ten e arranjou alguém bom.
- Não sei, Doyounggie, mas algo me diz que esse cara não é boa pessoa. Santo não bateu.
- Ah, o sujo falando do mal lavado. - Revirou os olhos. - Quer beber alguma coisa? Precisamos celebrar! Finalmente formamos.
- Estou bem. Cadê meu celular? – Bateu as mãos nos bolsos: nada. – Merda, acho que deixei no carro. Já volto.
- Ok.
Doyoung se levantou da mesa e caminhou entre a pista de dança com dificuldade, com objetivo de alcançar o bar.
- Uma caipivodka de limão por favor.
- Vejo que prefere bebidas à moda antiga.
- Jaehyun? – O Jung estava deslumbrante: vestia um paletó grafite de grife, que ia em contraste com os cabelos enegrecidos, que estavam bagunçados. – Olha quem fala, reconheço um Sex On The Beach de longe.
- Do, precisamos conversar, quero lhe contar uma coisa.
- Claro, pode falar.
- Aqui não, podemos ir a outro lugar?
- Claro. – O Kim pegou a bebida que estava pronta e se dirigiu para fora dali acompanhado do Jung. – O que queria conversar? – Perguntou ao dar um gole em sua bebida, apoiando-se ao carro mais próximo.
- Esses últimos seis meses com você foram maravilhosos! Você tem sido um ótimo amigo para mim!
- Digo o mesmo.
- Mas...
- Mas?
- Me desculpe, não consigo vê-lo assim.
- A-assim como? – A ideia de perder um dos únicos amigos que ainda o restava o assombravam. Jaehyun era importante demais para si. Faria de tudo para manter a amizade.
- Só amigos... Doyoung... – Respirou fundo. – Eu gosto de você e se não for para sermos namorados, quero que nos afastemos. – O Kim quase cuspiu sua bebida ao ouvir aquilo. Começou a rir, o que deixou o amigo confuso.
- Por que está rindo? – A ideia de perder Jaehyun o matava por dentro, então, por um lado, estava feliz que não era disso que se tratava, por outro, estava confuso, pois não sabia como se sentia em relação ao amigo. É fato que ele gosta demais do moreno, mas não sabe se essa admiração que tem é algo romântico.
- Por nada. – Franziu o cenho e cessou o riso. – Eu preciso pensar. Pode me dar alguns dias?
- Claro, quanto tempo for necessário. – O moreno se aproximou ao ouvido alheio, sussurrando: - Só não demore muito, não sou paciente, se é que me entende. – Finalizou as palavras, deixando-o sozinho.
Quando estava prestes a retornar à festa, o Kim ouviu um grito. Desesperado, perseguiu-o até alcançar a origem do som: Taeil estava jogado no chão, em prantos, enquanto Taeyong batia em um outro cara com uma chave de boca. Ao ver aquela quantidade de sangue, Doyoung cambaleou. Correu para atrás de um carro e se escondeu. Foi quando viu uma cena que nunca imaginaria ver: Taeyong tomando Taeil em seus braços, abraçando-o e consolando-o.
- Vai ficar tudo bem, Tae, eu estou aqui. – Disse, enquanto acariciava os fios azulados do menor.
FLASHBACK OFF
- Esses dois anos sem você? Foram monótonos. - Interrompeu o ruivo.


***

É isso aí galera, espero que tenham gostado!

Me sigam nas redes sociais:


Instagram: @luiza_veiga13
Snapchat: veigalbf
Twitter: @LuizaVeiga2

Mata ashita! :P

quinta-feira, 13 de abril de 2017

ESPECIAL: FANFIC {CAPÍTULO VIII}

Por Safii-chan

Yoo Minna! 

Como prometido, mais um capítulo para vocês!


***

Capítulo VIII - Back to my old life


Faz, exatamente, dois anos e meio desde que Ten voltara à Tailândia. Um ano desde que concluíra o Ensino Médio, e seis meses desde que vinha trabalhando incessantemente para juntar dinheiro o suficiente para retornar à Coreia. No início, era difícil conciliar a faculdade com o emprego, mas depois se acostumara e estava até mais empolgado, sabendo que estava cada vez mais próximo de conseguir o que queria.
Ten pensava que seu maior motivo para retornar era Taeyong, mas com Mark ao seu lado, nem se lembrava mais do quanto um dia o amou. Queria morar na Coreia para construir uma vida com o Lee mais novo, coisa que não poderia fazer na presença de seu pai. Queria também realizar seu sonho de se tornar um cantor, futuro este que, só será promissor, se se tornar um trainee nas famosas empresas de entretenimento coreanas.
- Chittaphon! – Uma figura de avental preto o chamava. – Vem aqui, por favor.
- Sim, chefe. – O homem de meia idade estava com uma faca em mãos, cortava legumes para colocar no macarrão.
- Seu pai ligou. – Enquanto conversavam, o cozinheiro balançava o objeto cortante, o que fez Ten desviar algumas vezes para não ser atingido.
- E o que ele queria?
- Que você fosse embora mais cedo.
- Por que o senhor me liberou? Podia ter inventado uma desculpa para eu ficar...
- Eu disse que o restaurante estava muito cheio e que você não podia sair, mas sabe como ele é né?! Não aceitou de jeito nenhum e até ameaçou impedi-lo de trabalhar aqui. E como você é meu único funcionário, não posso arriscar perde-lo.
- Merda... obrigado mesmo assim. Estou indo na frente então.
- Tome cuidado na rua.
- Pode deixar. – Os dois se despediram e Ten se retirou.
Alguns minutos de caminhada e já estava na porta de casa. Tomava coragem para entrar, pois sabia que quando seu pai o chamava desse jeito, coisa boa não o esperava. Quando finalmente decidiu entrar, sua mãe estava aos prantos no chão e seu pai em cima, com um cinto em mãos.
- O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI? – Gritou ao ver a chocante cena.
- ESSA VADIA ME TRAIU.
- NÃO FALA ASSIM DA MINHA MÃE. – Se aproximou e desferiu um soco nas maçãs do rosto alheio, que cambaleou com a pancada. – Você está bem, mãe? – Quando se abaixou, percebeu a gravidade dos ferimentos: um rasgo que passava por toda a bochecha esquerda, provavelmente feito pela fivela, e hematomas nos ombros. – Ai meu Deus, temos que ir ao hospital, urgentemente.
- CUIDADO! – O aviso da mulher não foi rápido o suficiente, Ten foi atingido nas costas pelo pai que acabara de se levantar.
-  VOCÊ NÃO SE META, SEU VIADINHO DE BOSTA.
E foram as últimas palavras que ele ouviu, antes de desmaiar.
- Ten! – Acordara atordoado e sem sentidos. Estava em um lugar muito iluminado, as luzes passavam rápido por seus olhos. Estava em movimento? – Ten! – O menino de cabelos negros o chamou mais uma vez, que fez o tailandês ficar consciente por alguns segundos. – Estamos no hospital, sua mãe me ligou e vim correndo para cá.
- MINHA MÃE! – Ele gritou ao se lembrar do ocorrido. Começou a se debater, mas foi contido por pessoas de branco que deduziu serem enfermeiros.
- Ela está bem. Já recebeu os primeiros socorros. Está dando um depoimento para a polícia. Seu pai foi detido.
“Como ela conseguiu fugir dele?” Pensou.
- Seus ferimentos foram mais graves que os dela. Depois que você desmaiou, seu pai te agrediu mais ainda. Ela conseguiu correr e pedir ajuda pros vizinhos, que chamaram a polícia.
“Ah, meus vizinhos...”
- E outra coisa... eu contei para ela que estamos juntos.
***
- Filho! – A mulher de meia idade corria em direção ao maior. – Como você está?
- Eu que te pergunto isso, mãe... como a senhora está?
- Meus ferimentos foram mais leves que os seus.
- E este corte no seu rosto? – Perguntou, acariciando a ferida com curativo.
- Eu vou ficar bem. Mas e as suas costas?
- Estão doloridas. Mas vou ficar bem. – Riram em silêncio. – Me desculpa.
- Te desculpar pelo o que?
- Você sabe... eu estava longe e também...
- Eu sei que você e o Mark estão juntos.
- Desculpa ser uma decepção pra senhora. Sei que sempre sonhou que eu construísse uma família e tivesse filhos.
- Mas você ainda pode me dar essas coisas! Só quero que você seja feliz, meu Tenzinho... além do mais, se for para ter um marido como o meu, prefiro que não tenha uma família. – Os dois se calaram naquele momento.
- E ele?
- Está na delegacia. Farei corpo delito no final da semana.
- Sem necessidade, até porque, olha o seu estado. Olha o meu estado. Os vizinhos estão de prova da discussão que tiveram.
- É tudo por causa da burocracia. Não se preocupe, vai dar tudo certo.
- Mãe, o que aconteceu entre vocês?
- Eu comentei que achava que era melhor nos separarmos. Ele estava ficando paranoico com você se envolvendo com garotos e descontava em mim as frustações.
- M-me desculpe, é culpa minha... – Lamentou.
- De jeito nenhum! Todo mundo tem direito de ser feliz! Se a sua felicidade está em garotos, que você a encontre então. A culpa não foi sua, seu pai que é um doente. Falei que queria me divorciar e ele botou na cabeça que eu tinha arranjado outro homem.
- Mãe...
- O quê?
- Eu quero voltar pra Coreia. Não quero mais fazer administração. Quero me tornar um cantor. A senhora sabe o quanto eu amo dançar, quero seguir meus sonhos.
- Imaginei. Estranhei demais a sua dedicação com o trabalho. Eu tenho minhas economias, posso ajudar a pagar a sua estadia até que você se estabilize lá.
- Quero que a senhora vá comigo.
- Não posso. Seu avô está muito doente, não quero deixa-lo sozinho.
- E eu não quero deixa-la com aquele homem por perto. Ele é um psicopata!
- Voltarei para minha cidade natal. Ele nunca mais me achará, te garanto.
- Mesmo assim, meu pai é capaz de tudo.  Não me sinto seguro quanto a isso.
- Ten, vá viver sua vida com seu namorado. Se liberte de mim. Eu sou bem grandinha, ficarei bem.
- Mas, mãe...
- Ten Chittaphon, a partir de hoje, você terá um mês para sair de casa. Está oficialmente expulso. Se passar esse prazo e ainda não tiver se mudado, saiba que não entrará dentro de casa mais.
- A senhora não está falando sério...
- Quer pagar pra ver?
***
A despedida foi muito dura. Antes de retornar, Ten fez questão de se certificar que sua mãe estava bem escondida de seu pai, e que este estava apodrecendo na cadeia. Estava ansioso em saber que retornaria à Coreia, mas estava apreensivo porque não queria deixar sua mãe para trás, mas ele sabia que ela podia se virar sozinha, afinal, sempre fora uma mulher muito valente e independente.
Mal esperava para finalmente realizar seu sonho: se tonar um ídolo e construir uma vida ao lado de seu amado. Sabia que o caminho não seria fácil, mas tentaria se tornar um trainee o quanto antes.
Desde que começaram a namorar, Chittaphon vinha ensinando a Mark a língua coreana, e este se provara ser um ótimo estudante, estava quase se tornando fluente
Agora, ambos se encontravam dentro do avião que pousaria em território coreano em poucos segundos. Com o nervosismo o inundando, o tailandês segurava forte as mãos do canadense, que sorria com a situação.
Quando desembarcaram, Ten correu para a esteira pegar suas bagagens – que pagou caro, visto que traziam consigo todo seu guarda-roupa e extrapolaram o limite de peso – e chamar um táxi, para que os levasse ao hotel onde ficariam provisoriamente.
- Amanhã tenho um encontro com o corretor que mostrará o apartamento. – Comentou o menor.
- Estou muito feliz que finalmente voltei. – Disse, se jogado na cama da suíte. – Em breve teremos um lugarzinho só para nós. – Se agarrou ao namorado e depositou um selo nos lábios alheios.
- Conseguiu falar com seus amigos?
- Mandei uma mensagem pro Doyoung, mas ele ainda não me respond- - Fora interrompido pela vibração do celular. – Falando do diabo, uma mensagem dele.
[Doyoung bestie] CARALHO MANO, QUANTO TEMPO PQP. ONDE VOCÊ TÁ? TEMOS QUE BOTAR O PAPO EM DIA. DOIS ANOS SEM TE VER PORRA.
[10] POIS É MANO. VOLTEI PRA COREIA, DEFINITIVAMENTE. A GENTE TEM QUE SE ENCONTRAR, TENHO QUE TE CONTAR OS BABADOS.
[Doyoung bestie] TAMBÉM TENHO. MUITA COISA MUDOU, VOCÊ NÃO TEM NOÇÃO. MUITA COISA.
[10] Hoje estou cansado da viagem, mas amanhã está livre? Ainda existe aquele bar que sempre íamos?
[Doyoung bestie] Existe sim. 15h?
[10] 15h.
***
O tailandês estava apreensivo para reencontrar o amigo. Chegou quase uma hora mais cedo no ponto de encontro. E, para sua surpresa, o menino também se encontrava na mesma situação: ao fundo, numa mesa isolada do resto do bar, uma figura conhecida, mas que causava um pouco de estranheza, já que não possuía mais a cor de cabelo que se lembrava.
- DOYOUNG! – Gritou. O homem de cabelos loiros virou-se na direção da voz e abriu um imenso sorriso.
- TEN! – Os dois se aproximaram e se abraçaram fortemente. A saudade era muito grande, por isso ficaram naquela posição por um bom tempo.
- Você pintou o cabelo, viado?! Por que?
- Enjoei do ruivo. O que achou?
- Tá gatíssimo, como sempre, né? E aí? Como foram esses dois anos sem mim?
- Foram ruins, já que você não estava por perto, mas por outro lado foram maravilhosos.
- Hmm, danado. Tá namorando alguém?
- Sim.
- E eu conheço?
- Conhece. Jaehyun.
- MENTIRA.
- VERDADE, VIADO.
- Conta tudo.
- Logo depois que você voltou pra Tailândia, eu fiquei muito deprimido, então ele sempre ficou ao meu lado pra me consolar. Eu não sentia nada por ele além de uma enorme gratidão pela amizade, até que um dia ele se confessou, só que eu não sabia como reagir, pedi um tempo pra pensar antes de responde-lo.
- E nesse tempo você viu o quanto o amava.
- Exatamente. Mas e você?
- Muita coisa aconteceu comigo. Assim que eu voltei, achei que a minha vida seria uma bosta, só que, no mesmo dia que eu me matriculei no colégio, veio um aluno transferido do Canadá.
- Do Canadá? Veio de tão longe?
- Pois é. Nós ficamos muito amigos. Ele me disse que era gay e eu também era, aí... já sabe né?
- Não, não sei mesmo. – Ten estendeu a mão direita para mostrar o anel no dedo. – Aliança?
- Estamos noivos.
- MENTIRA.
- VERDADE, VIADO.
- Mas e o seu pai? – Chittaphon ficara em silêncio.
- Meus pais se separaram. Há um mês atrás minha mãe pediu divórcio, só que meu pai não aceitou e ele bateu nela. Eu entrei na briga e acabei ganhando isso. – Ele se levantou da cadeira e subiu a blusa, virando de costas para mostrar a enorme cicatriz. – Nós o denunciamos e ele está preso. Minha mãe ficou na Tailândia cuidando do meu avô.
- Não tem medo dele ir atrás dela?
- Ter eu tenho né, mas preciso confiar nela. Preciso viver a minha vida também. – Suspirou.
- Mas me conta mais sobre o noivado.
- Ele me pediu anteontem. Foi assim: nós fomos visitar a minha mãe na cidade dela, para podermos nos despedir. Na frente dela, ele se confessou, sacou uma aliança e me pediu em casamento. Eu, como sou apaixonado por ele, acabei aceitando. Não planejamos nada, foi tudo muito rápido.
- E qual o nome dele?
- Mark Lee.
- Lee?! – Doyoung recordou-se do antigo amor de seu amigo. – Vejo que não usa mais o cordão que ele te deu. – Falou encarando o pescoço alheio.
- Não. – Ten levou os dígitos em sua aliança. – Não uso desde que eu e Mark estamos juntos.
- Você ainda o tem?
- Claro, não jogaria uma coisa que me foi preciosa por tanto tempo, assim, fora.
- Taeyong mudou muito.
- Como assim?
- Depois que você se foi, ele se rebelou contra o pai. Disse que era gay e foi expulso de casa. Ele ficou na casa do Jaehyun por um bom tempo, até que nos formamos e ele arranjou um emprego. Soube que trabalha como barman em uma boate aqui perto.
- Quem diria, Lee Taeyong, um dos maiores herdeiros de Seul, abandonar a família e trabalhar em um emprego de meio período desses.
- Eu sei onde ele trabalha, quer ir mais tarde?
- Não sei se é uma boa ideia. Eu amo muito o Mark e tenho certeza que consegui superar o Taeyong, porém, tenho medo de que os meus sentimentos aflorem e eu volte a sentir tudo aquilo que senti um dia. Não quero abandonar o Mark, ele me faz muito bem.
- Chame ele para ir ué. É bom que você terá certeza de quem gosta. Não pode evitar Taeyong pro resto da vida, uma hora acabarão se reencontrando, ainda mais agora que está de volta. Não vai querer enganar seu noivo caso ainda tenha sentimentos por outro.
- Você tem razão.
- Em qual hotel vocês estão? Posso passar lá para pega-los.
- Te mando mensagem com o endereço.
- 21h?
- Pode ser.
***
POV TEN
Não vou mentir, estou apreensivo quanto ao meu reencontro com Taeyong. Também estou com medo, já que não contei meu real propósito de chamar Mark para ir em uma boate. Disse para ele que apresentaria Doyoung, o que não deixa de ser verdade, mas omiti a parte do “quero ver meu primeiro amor para ter certeza de que não o amo mais”.
Nós descemos e ficamos esperando na recepção do hotel. Em poucos minutos, ouço o barulho de uma buzina e vejo que é meu amigo dirigindo e, ao seu lado, outra figura que não via há anos.
- JAEHYUN, QUANTO TEMPO! – Ele saiu do carro e o cumprimentei.
- Você está lindo, como sempre. Não mudou nada. E quem é esse?
- Ué, Doyoung não te contou?
- Ele é um inútil. Não me conta nada.
- Este é Mark Lee. Meu noivo.
- AAAAH! VOCÊ VAI SE CASAR E NEM NOS CONTOU NADA?
- Também fiquei sabendo a pouco tempo.
- Muito prazer.
- O prazer é meu.
- Doyounggie, este é o Mark de quem eu te falei. – O loiro desceu do carro e caminhou em nossa direção.
- Você se deu bem hein, Ten. Ele parece ser uma pessoa do bem.
- Ele é.
Nós entramos no carro e nos dirigimos ao local. A boate tinha uma faixada exuberante, a fila que se formava era enorme.
- Não se preocupe, me antecipei e comprei as nossas entradas. – Afirmou.
- Que bom. Já estava pensando em desistir de entrar. A fila está imensa.
Doyoung estacionou o carro e nós adentramos. Se por fora já achei exuberante, por dentro então, nem se fala. Era uma festa de luz negra. Na entrada, fomos abordados por algumas pessoas que estavam com potes de tinta nas mãos.
“Corpo ou rosto?” Perguntaram.
- Rosto. – Rapidamente se aproximaram e começaram a desenhar algo em meu rosto com a tinta neon. Em Mark, fizeram-no retirar a camisa, o que me fez ficar com um pouco de ciúmes, já que o corpo dele é só meu.
Assim que terminaram de nos decorar, me dirigi ao banheiro e percebi o quanto eu estava bonito, modéstia à parte. Sei que Taeyong também achará.
Espera. Por que eu tô pensando nele?
Caminhei de mãos dadas com Mark até o balcão, onde pedi um drink qualquer, na esperança de encontrar Taeyong.
- Ele não tá aqui. – Sussurrei comigo mesmo.
- Ele quem?
- Ninguém, amor. – Sorri fraco.
Ufa. Essa foi por pouco.
- Já viu o Lee? – Doyoung cochichou em meu ouvido.
- Não.
- Ele tá ali. – Disse apontando para um canto.
Meu olhar se direcionou para um homem completamente diferente do que eu me lembrava. Taeyong estava mais musculoso, o que provavelmente é fruto de seu trabalho como barman; seu cabelo estava em um tom castanho maravilhoso, que lhe caiu muito bem; o suor escorria por sua testa à medida em que sacudia o drink que fazia, o que lhe proporcionava uma visão sexy de si mesmo.
- Trabalhando demais? – Perguntei ao me aproximar.
Não sei de onde surgiu a coragem, só sei que o fiz. Seus olhos se arregalaram ao me ver, não esperava essa reação dele.
- T-Ten?

- Olá Taeyong, quanto tempo, não é mesmo?

***

É isso aí galera, espero que tenham gostado!

Me sigam nas redes sociais:


Instagram: @luiza_veiga13
Snapchat: veigalbf
Twitter: @LuizaVeiga2

Mata ashita! :P